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O som,
E ainda assim... ...eu quero... o beijo e a pausa.. e na ponta da língua, o gosto da boca, o carinho que espero; e no peito, o silêncio da vontade. E pra matar a saudade, a causa... O efeito! Escrito por Cris às 21h45[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Dentro dos meus versos, Eu falo em felicidade,
Escrito por Cris às 18h06 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Fui rio, foste leito! Fomos mar e chuva, lenha e fogo. Fui pó, foste semente. Fomos raiz, tronco galho, folha, flor e fruto. Sempre, sempre! Nem sempre a contento... Nem sempre em harmonia... Mas sempre, companhia. ... E se um dia tentarem nos separar não hesitarei um só instante: Tornar-me-ei caminho! Seguirei adiante, à espera dos teus passos, ainda que inconstantes envolta em teus abraços, na busca eterna por nós dois . [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] *
Não quero cantar amores, Amores são passos perdidos, São frios raios solares, Carinhos da alma banidos..
São anjos corredores Com asas de ferro e chumbo, Submersos em almas fecundas. Não quero cantar amores! Por serem paraísos proibidos, Contentamentos injustos, Felizes adversidades, Amores são passos perdidos! São demências nos olhares, Uma alegre festa de prantos, São sedutores desencantos, São frios raios solares! Não quero cantar amores! Nem falar dos meus motivos. Quero sim plantar mais flores, Viver amores menos nocivos. * Escrito por Cris às 07h12[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Ah! O coração da gente
E daí, é que em um segundo (continua...) Escrito por Cris às 20h18 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] E eis que surge a poesia: ....Para se roubar a lua
Tem que se amar com loucura Sorrir, sempre que contentes,
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Havia um porto antes ao alcance da vista.. Um ponto onde as naus interrompiam viagem. As velas arfavam trêmulas e sonhavam... A lua sobre o mar era um sabre aparando a água. Havia um porto antes ao alcance do corpo.. (um ponto onde hoje atraco a saudade e mais nada). [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Eu nos vejo....
Num começo de mar No teu corpo encostado
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Não há um sentido único num poema... Então poesia, cala-te e sossega.....! "A dor dos homens não pode ser expressa em nenhuma língua." * Escrito por Cris às 10h01[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Esses meus soluços graves E os sons leves Dos violinos suaves Que vem do outono... Ferem a minha alma Numa carência imensa, de calma ... e de sono! E são sufocados em ânsia, Ali, quando à distância E sempre à mesma hora: Que é quando meu peito magoado Relembra o passado ...e chora. Daqui, dali, pelo céu afora Vem o vento, seca e leva embora Minhas lágrimas e cicatriza a ferida! E vai soprando num silêncio que berra Essa folha (que sou eu) morta, acolhida pela terra Do teu peito, mal amada, expulsa e caída. * Escrito por Cris às 09h54[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
"Que me venha assim, esse amor: Imprevisível.. Inconstante... Inaudível... Inquietante... Indolor! Ansioso, sem ser pontual Displicente, sem ser ponto final! Como o mais forte vento, A estrela mais brilhante, O sorriso mais indolente, Nós enfim, nesse momento.
* Escrito por Cris às 09h51[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Abrindo vãos, Ou escancarando portas, A intromissão dos sentimentos,
na vida da gente,
é sempre sem volta!
É sempre completa! Por isso... cada vez se faz silêncio! Por isso sempre um pequeno luto... Em memória à nossa falta de senso.
* Escrito por Cris às 21h45 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Não quero apenas emoção;
Não quero o ordinário sem ardência!
Para valer à pena, há de haver transformação;
Afinal, cansei-me dessa falta de paradeiro,
dessa busca incessante, dessa demência;
dessa inquietude, dessa carência...
Desse torpor, ante os instantes derradeiros. * Escrito por Cris às 21h09[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Um dia deixarei de escrever os meus sonetos, E há tempos sei que esse tempo chegaria. Amei-te tanto entre paixões e o desconcertos, Amei-te em abraços, ausências e poesia. Teus gestos tão suaves ao nascer do dia, O café, servido no jeito mais correto. Tua nudez matinal, a pele tão macia, Tão devagar me acerco e quase sinto teu afeto. Nas tuas formas másculas de fúria e encanto, Verto lágrimas; engulo o pranto. Encontro a luz que alimenta o meu verso. E nele as palavras do mais infinito canto. E como se apagam toda chama e todo afeto, E como em poesia é tudo farsa e desencanto, Ainda e sempre tua, entretanto, À mim resta escrever teu último soneto.
Escrito por Cris às 11h22 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
"E aos poucos, ele concentrou-se naquele desejo entumecido e indecente, começando por saborear levemente, aquela maravilha, nua, que brilhava viva e toda sua... Exatamente, como ela adorava."
* Escrito por Cris às 17h47[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Minha paixão é como nós: é paixão presente! Paixão canção, paixão de cão,
paixão de gente.
Paixão antiga,
paixão amiga, Paixão à sós. Minha paixão é feminina, é fêmea, é paixão qualquer! Paixão miséria, paixão mulher, paixão sem fim, paixão sem meios,
sem freios. Paixão etérea, paixão clítoris, seios. Paixão, enfim! Minha paixão É fundamentalmente sem fundamento! Sem fundação, sem afundar, sem fundo, e sem fim. * Escrito por Cris às 09h02[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
*Eu sou um fio de esperança, ainda que vazia...* Sou da euforia, uma alma indolor... ter sido em vão. continuo sendo criança, [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Nas costas,
o desejo!
a sede!
pelas pernas, escorrem as calmas.. E entre seus dedos,
Escrito por Cris às 07h19 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
“Amo esse seu desejo suicida, que cria um mar no meu corpo,
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Predestinados, nos encontramos... sem frio. feito fel, inacabada...
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Vem! Visita meus versos, Descubra meus segredos! Sem hipocrisia.. Nem máscaras... Nem disfarces. Sem roupas e sem medos. Folheia minhas rimas Sem fôlego e sem limite Sempre com os olhos atentos e com calma, Não se precipite! Traz as mãos livres de (pré)conceitos... Prontas para invadir essa minha alma, Cônscia dos meus direitos. No meu (não) conformismo voraz! E leia-me nas minhas entrelinhas éticas, Que é onde a minha poesia se (re)faz [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Eu, é quando mais nada resta, quando tanto faz o rosto, ou se nada há escrito na testa, ou se todo mês é agosto. Sou quando sou meu oposto, e tudo em mim me contesta. Só sou quando nada mais presta; quando só vale o suposto. Eu é quando finda a festa, e do beijo, se perde o gosto. * Escrito por Cris às 07h36[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Aos poucos tu te esvais, diluído nos próprios vendavais.
Vai inevitável e imenso, tal qual um rio, caudaloso e intenso, turvo e denso, entre as margens e pelas profundidades onde respiram os sêres, prazeres e as inverdades. Aos poucos e lentamente, fugindo e fingindo completamente, como sobrevivem os grandes e cruéis predadores, deixando sobras, sombras e dores; espólios, um testamento cego de costuras abertas e feridas, frases nunca ditas, peças avulsas, esperanças banidas. Um naufrágio em peito aberto, e por certo, irresgatável. [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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