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...E então eu me calei. Não como os covardes que se calam por lhes faltarem argumentos.
E apagar todas as luzes! Jogar fora as chaves .
Bem alto!
”Noites tão frias não deveriam existir quando a chama interior insiste
em apagar ...” [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
* Dá-me a tua mão e guia-me no escuro?
Conta-me uma história de fadas e encantamentos,
para que eu, como criança no teu colo me esconda,
sorva estes teus momentos
e na tua mão adormeça?
Faz com que os fantasmas se afastem e a escuridão não exista?
Seja o meu sol até que amanheça?"
Vem...
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“...A única flor que enfeita o nosso amor, nossos segredos e desejos, é a que no meu corpo se abre, sob seus dedos, boca e beijos...”
...E pelas curvas da minha pele correm gotas de suor enquanto o amor se
entranha
pelos nossos corpos. Somos incansáveis quando o desejo invade as nossas
veias; suspiramos de cansaço mas o prazer nos recompensa.
Somos diferentes dos outros ....e só nós sabemos porquê...! * Escrito por Cris às 08h54[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Ah! Essas mãos que se rendem aos meus apelos
dos meus seios,
Essas mãos que me escorregam pelas costas,
É que meu sexo se rende a tua chama e goza...
e a tua prosa. Escrito por Cris às 13h18 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Enfim... Assim se fez o cio E se desfez o fio, Pairando e ficando na memória O fim... O desfecho frio da estória. E no pó do caminho, E do carinho furtado, Nunca recebido... Fica o amargo gosto, Da flecha certeira Que perpassa os nossos passos, os rumos Ultrapassa os nossos laços, os sumos, Atropelando, de qualquer maneira! Fica a sensibilidade louca, Da realidade crua, Minha e sua; Que nos fez Errar as trilhas... Naufragar nas ilhas... Desistir de nós.
Escrito por Cris às 22h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Cada vez que você vem e se arrisca,
minha pele feminina que cede, e pede, que seu sexo me espere...
*
Sandra Regina de Souza. [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Eu, por dentro,
Escrito por Cris às 21h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Desaguando, Lavando e levando, O desgosto à controvérsia Emergem as lágrimas, Até mesmo de um coração em inércia.
Vira dor dentro do peito, Precipitando palavras que ecoam Transformam, transmutam e magoam. e sente-se a força viva da palavra dita. Que vem a dúvida que canta: É assim que a vida grita?
Que se traduzem em cada emoção vivida; E em pleno ar deságuam, viram gelo, E se condensam formando palavras Que brincam soltas no papel feito despedida. * Que nascem dos sonhos que se evaporam, dispersos.. E ecoam de novo, tornam-se audíveis. Transformando, das formas mais incríveis, As tais lágrimas em enriquecidos versos. [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Espere dentro, eterno tema; Enquanto tremo, quente... incendeio... E gero cada verso, permanente ...do poema... * E sua resposta vem num sorriso puro, enquanto a brasa perfumada e rubra queima lentamente no escuro... * Com o colchão sob meu corpo, seu peso às minhas costas e o pecado no meio... * E por não precisar de certezas, não tenho mais dúvidas: amo!
* Escrito por Cris às 07h18[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Uma poesia nada mais é... Que uma folha em branco, que aguarda... O fluir das letras, as idéias e o nascer do tema; A saudade que mesmo quando tarda Vem, transborda; traduz-se no poema. Sem um café ao fim da tarde, Falta um “oi” que me resguarde, Da ilusão que nestes dias... Me leva sem fazer alarde, Prá fora deste papel que me mata, Desta saudade que me aparta, De ti, relatada em poesias. Ouça, saudade de todos os meus dias: Mata-me em fantasias, Afoga-me, pois mais nada sinto; Apenas a pena do papel no sonho que some, Longo e vazio; ácido feito vinho tinto, Louca paixão, que sequer me mata a fome. E assim vagueio pelas noites, Das quais te escrevo estas linhas. Louco papel sem nome, Longas horas de açoites. Loucas saudades, as minhas.. Estas que me consomem. Escrito por Cris às 06h41 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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