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Pouco importam os caminhos por onde me leva a poesia. Se desabrocha numa página em branco, ou em pele macia. Seja ela, construção arquitetada ou estilhaços de versos, Pouco me importam os seus processos. O que importa é que ela nasça!
Que floresça!! Seja flor!
Germine num túmulo frio,
onde jazem anseios... ...Ou sangue,
que corre quente,
sob a pele dos bicos,
dos seios.
* Escrito por Cris às 19h41[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
"..... Tento a compostura através do vidro dos copos e sinto que enrubesceria,
tivesse eu alguns anos menos, mas consigo esconder os rios frios em minhas
mãos que suam debaixo da toalha. Há nisso tudo uma delicadeza de estréia,
uma solenidade de primeira página a ser escrita, um novo prefácio de uma nova
historia com um gosto irreproduzível de início que dá-se entre talheres
e copos...
Entre a tua boca e a minha...
Entre os teus olhos e os meus."
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Meu verbo não cala! E exala, num perfume de cio, o rubro fio que denuncia, o romper do dia, afiando as lâminas, em fatias de um mundo, insano, e profundo. E então a alma com a noite se reveza e salta num tropel, a caneta retesa, desvirgina o momento. E como se fosse o tempo, engravida o papel. A idéia nasce... O branco do papel fenece... A noite jaz... E o poema se faz...! [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Existe ...
Escrito por Cris às 15h35 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
"....Teu sexo é rio, de águas claras...
É caminho sem fim!
enquanto funde-se aos meus ossos; à minha vida...!" Escrito por Cris às 07h15[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Um olhar que pede bis... [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
*** Contornei pedras, Aspirante... Minha queda desejada..
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“...E foi preciso que eu estivesse com a alma aberta pra poder assimilar o que
pudesse doer ou fazer rir.
E lembrasse da criatividade que quase sempre, oferece diversas mil outras
possibilidades.
Foi preciso que eu soubesse ainda seduzir, pra poder falar de coisas sérias sem
nenhuma sensualidade.
Foi preciso, mais do que qualquer coisa, que eu me achasse merecedora da
alegria e do amor que estavam disponíveis alí, à minha espera. Porque ser feliz é um eterno aprendizado...”
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E é dessa saudade danada... Solta, feito passarada... Aqui, dentro do meu peito! Que eu faço desse amor, revoada... E lembrando-me da infância passada...
Choro até sentir a alma lavada.... Essa falta que não tem mais jeito! Saudade, pai! Muita.... * Escrito por Cris às 15h30[ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] [UOL Interação] [http://04021c3560d0c90306.comunidade.uolk.uol.com.br/2007_08/topic2007_08-10_17_09_57-3929349.html]
Copie o código que você encontra no site acima. * PS: Putzzzzzzzzzzzzzzz....rs*!
Escrito por Cris às 21h30 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
“.....quando ele se foi, não se despediram;
juntando silenciosamente um punhado de coisas ele saiu enquanto ela fingia
que dormia o mais profundo dos sonos.
Seu corpo ainda estava quente e nu. Sua doçura permanecia adormecida; ela viu quando ele deixou uma carta, uma despedida;
e sentiu o quanto sua alma estava deserta... E ela sequer quis olhá-lo fechando a porta para
não ser promovida ao mais completo desespero....”
(.....”mas sabe que sua alma irá morar na dele com toda a intensidade, até que essa casa se expanda e vire um país, uma cidade”) Escrito por Cris às 09h17 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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