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O mais inquietante...
Quase à uma espécie de loucura.
Escrito por Cris às 23h26 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Há como não te ser? Como não te querer? Se sonhos e esperanças tanto se parecem... E se é fechando os olhos, que as realizações acontecem. Se num simples escrever, as saudades comparecem... Há como não me entregar? Como não te amar? Há como assim não ser? Se recebendo em minha alma, tuas flores, Que me confessam, um a um os teus sabores... Perco-me de amores... E faço uma outra “eu” em você, nascer? Ah! Poesia, minha seita! Ah! Papel, que tudo aceita. Desta minha alma satisfeita: Floresçam! Enfeitem este jardim... E que cada uma dessas rosas que brotar de mim (na palma)... Inunde-nos da essência do gostar sem fim ( na alma)! Escrito por Cris às 21h00 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Que esta luz que desponta seja o pilar que me sustenta O ar que eu respiro O tudo que me alimenta Que seja clara Calma, e intensa. E venha leve, E me leve com o vento
E ilumine este momento.
Que deixe o teu gosto
E seja o oposto Do tudo que já acabou. Que seja o que procuro. Que chegue feito lua no escuro: Sorrateira, acalmando e iluminando a minha vida... Que seja amor! * [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
Minhas lágrimas escorrem, em palavras, umedecendo e encantando folhas brancas, com versos. Meu pranto imaginado prontifica o lápis, que disperso, cai e desenha o papel, controverso. E essa imaginação transforma-se no olho que lê. A razão traz seus laços, léxicos e sem nexos. Porém, são muito esguios esses sentimentos meus. Cada vez mais lisos...Concisos... E eu, que já não sou mais a mesma,
formam um teorema, desenhando o tema, mas não me deixo enganar pelo poema: Não há poesia... É só pranto mesmo. E essa agonia, no ar.
Escrito por Cris às 08h09 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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